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30 – A velocidade que respeita

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Participação

5 respostas a “30 – A velocidade que respeita”

  1. robson capretz

    Bom dia pessoal da CicloIguaçu!

    Sou ciclista e uso diariamente a ciclofaixa da via calma da 7Setembro. Uma boa ideia seria incentivar a PMC para campanha de mobilização e comunicação da faixa. Apesar da pintura na ciclofaixa não obedecer o Código de Trânsito Brasileiro (há linha tracejada, não contínua branca e vermelha), é louvável a iniciativa.

    Resta aos motoristas e aos ciclistas respeitarem. Se tem ciclofaixa, não é legal ver ciclistas na canaleta do biarticulado. Se tem ciclofaixa, os motoristas tem que respeitar.

    Abs a todos.

    1. Bom dia Robson,

      Obrigado pelo seu contato. Estamos tentando agendar uma conversa com o IPPUC para conversar sobre as impressões iniciais e possíveis ações educativas daqui para frente. Fique de olho no site que divulgaremos o evento.

  2. Rodrigo

    Boa noite, Luis!

    Sobre a questão da via calma, na sete de setembro, entendo que há muita dúvida em sua utilização. Digo isso pois eu, pedestre, ciclista, motorista e morador de prédio em frente à Sete, ainda não cheguei à uma conclusão do que pode ou não na Via Calma. Acho que deveria ser feita uma boa campanha de comunicação na cidade orientando sobre a correta utilização desta faixa e a ideia que gira em torno dela que é o respeito aos ciclistas e pedestres. Ainda sobre a utilização, vejo ciclistas reclamando quando carros trafegam sobre os espaços onde as bicicletas tem a preferência (mas não a exclusividade) e motoristas reclamando de outros motoristas que permanecem no meio da via para que as laterais na rua não sejam utilizadas (deixando assim o espaço para as bicicletas – mesmo se nenhuma estiver por lá). A dúvida é: os carros e motos podem ou não transitar na faixa onde a preferência é das bicicletas quando estas não estiverem por ali? Porque não foi pintada toda ela de vermelho (assim como na Marechal) para que de fato virasse uma Ciclofaixa exclusiva? Por quê a Via Calma não foi criada em outras ruas paralelas, como a Av. Iguaçu ou Silva Jardim (que ainda possuem vagas de estacionamento)? O grupo GRPCOM nos confunde ainda mais sobre a questão. Em reportagem na TV, afirmaram que carros e motos não poderiam trafegar no espaço e, no Blog Ir e Vir há uma matéria afirmando que o espaço é compartilhado (http://www.gazetadopovo.com.br/blogs/ir-e-vir-de-bike/via-acamada-modos-de-usar-para-ciclistas-motoristas-e-pedestres/). Bom, basicamente o que proponho é uma boa conversa com a equipe do Ippuc para saber porque ainda não foi pensada uma campanha na cidade sobre a Via Calma. Abraços!

    1. Boa noite Rodrigo,

      Na verdade fizemos exatamente uma conversa como essa na semana passada com um dos arquitetos do IPPUC. Vou verificar a possibilidade da gente publicar o resumo da conversa.

  3. Ana Martha

    Além de pedestre, me arrisco a dar umas pedaladas também. E, como foi dito anteriormente, vejo a necessidade não somente de uma boa campanha sobre a Via Calma, para melhor entendimento de todos (pedestres, motoristas e ciclistas), como também uma providência para tornar a ciclofaixa mais segura, pois vejo um risco, para mim ciclista usuária da ciclofaixa, de motoqueiros que estão utilizando-a como meio de “podagem”.
    Claro que tudo tem um tempo de mudança, né … mas vejo muitas pessoas em dúvidas sobre essa nova Via na Sete, fazendo ainda mais necessário a campanha.
    Mas, fico feliz em ver e estar participando de uma cidade que noto a preocupação com a ciclomobilidade!!!
    Abraços!!!

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