Como todos sabem, todo bom planejamento necessita de um levantamento de dados consistente. No último fim de semana tivemos a oportunidade de ver em funcionamento um dos modelos básicos da Eco-Counter para contagem de tráfego de ciclistas. A demonstração foi realizada pela SACIS Soluções Ambientais, representante exclusiva do produto aqui no Brasil.
O catálogo explicativo, disponível no site da empresa, aponta 3 motivos principais para se fazer contagem de bicicletas:
Planeje
- Determine os dados antes e depois da contagem para planejar e justificar investimentos em novas infraestruturas, planejamento urbano e projetos-piloto como ciclovias, ciclofaixas, passarelas, etc.
- Compreenda os padrões de uso de ciclistas e pedestres na infraestrutura urbana de acordo como tempo, clima e estações.
- Avalie as tendências temporais para ajudar a planejar investimentos futuros no planejamento urbano e infraestrutura
Aumente a Segurança
- Administre cruzamentos perigosos para pedestres e ciclistas.
- Meça a exposição de pedestres e ciclistas aos acidentes
Comunique
- Proporcione dados precisos para comunicar aos formadores de opinião o valor da cidade e da infraestrutura de transporte não motorizado.
- Mostre publicamente o número de ciclistas nas grandes vias com um ECO-TOTEM.
- Mostre as estatísticas em seu site para informar sobre a frequentação de ciclistas em locais específicos.
Os contadores podem ser instalados em caráter permanente ou provisório. Na Europa e América do Norte eles já são bastante utilizados de forma abrangente em diversas cidades. Segundo Alexandre Lorenzetto, sócio-proprietário da SACIS Soluções Ambientais, com o reconhecimento da importância da bicicleta e o aumento do seu uso, a tendência é que esses aparelhos se popularizem aqui no Brasil também.
Algumas contagens pontuais foram realizadas recentemente aqui no Brasil, uma delas foi realizada em Copacabana numa parceria com a Transporte Ativo. E na Av. Sete de Setembro em Curitiba em apenas uma faixa de um dos lados da via.
A Cicloiguaçu recomenda fortemente a medição sistemática do tráfego cicloviário como subsídio para um planejamento mais adequado da infraestrutura cicloviária.



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